segunda-feira, 29 de maio de 2017

Produtor de Wander Wildner diz que ataque ao músico foi ato de covardia


Após a publicação do post sobre o cancelamento do show de Wander Wildner em um bar de São Paulo neste final de semana, Paulo Barcellos, produtor do ex-vocalista do Replicantes, entrou em contato conosco informando que as coisas não aconteceram da maneira como foram contadas.

Como convém nessas situações, abrimos espaço para que Barcellos expusesse o seu ponto de vista sobre o ocorrido, como você pode ler na declaração abaixo, escrita pelo produtor: 

"O dono da Fatiado Discos manipulou e criou um factoide, jogando inverdades na rede de forma irresponsável. Chamou o artista de machista utilizando uma frase fora de contexto, jogando o Wander pra um linchamento público. Eu não tolero injustiças. O que o dono da Fatiado Discos fez com o Wander é um ato de covardia. Houve problemas entre eles desde o começo do show no último sábado, ou seja, começou ruim, andou ruim e no final o cara fez esse ataque infeliz ao Wander, que tem seus defeitos, mas machista e homofóbico ele não é. O post lá da Fatiados foi apagado depois que uma menina postou a letra de uma das músicas da banda Rock Rockets, banda ao qual [Alan Feres] o proprietário do bar, é baterista. Uma coisa não justifica a outra, o Wander não falou aquilo no sentido como foi colocado e o Feres quis se aproveitar de uma luta feminista para auto promover seu bar e posar de bom moço. Alguém aí já viu alguma letra do Wander que fala de machismo ou racismo? Já da banda do dono do bar... (ouça música ‘Eu não queria me casar’ da Rock Rockets e repare na letra).  Muito fácil lançar um post fuzilar uma pessoa e correr da raia”.

Caso algum de nossos leitores tenha presenciado o que realmente ocorreu, o espaço está aberto nos comentários para que possamos entender tudo que aconteceu na noite de sábado durante o show de Wander Wildner na Fatiado Discos & Cervejas Artesanais.